Municípios da região da Amvali mudam do nível gravíssimo para o moderado na Matriz de Risco

Orientações, Prevenção

A partir de agora, as sete cidades que integram a Associação dos Municípios do Vale do Itapocu passam a fazer parte de uma nova Regional de Saúde do Governo do Estado. Com isso, Barra Velha, Corupá, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Massaranduba, São João do Itaperiú e Schroeder, que estava na mesma região de Joinville, passam a compor uma nova região, a Vale do Itapocu.

O anuncio da criação da nova Região de Saúde já havia sido feito pelo Governo do Estado em agosto, porém somente agora ocorreu a divisão na Matriz de Risco Potencial para a covid-19.

Com a divisão, a nova Matriz de Risco, divulgada no sábado (25), aponta que os  municípios da região Vale do Itapocu passaram do nível gravíssimo (cor vermelha) para o nível moderado (cor azul) para a covid-19.

Na avaliação do secretário de Saúde de Jaraguá, Alceu Moretti, a região vive o melhor momento dos últimos meses, no que diz respeito a covid-19, porém é preciso manter os cuidados para evitar novo avanço da doença.

“A higienização das mãos, o uso de máscara, o distanciamento enfim, ter todos os cuidados”, enfatiza o secretário. 

Pela primeira vez este ano, Santa Catarina não tem regiões em gravíssimo (cor vermelha) para a Covid-19. Apenas a região Nordeste está em risco grave (cor laranja), 13 regiões apresentam risco alto (cor amarela) e três foram reclassificadas para o risco potencial moderado (cor azul).

As regiões em risco alto são Alto Uruguai Catarinense, Alto Vale do Itajaí, Alto Vale do Rio do Peixe, Carbonífera, Extremo Oeste, Extremo Sul, Foz do Rio Itajaí, Grande Florianópolis, Laguna, Médio Vale do Itajaí, Oeste, Planalto Norte e Xanxerê. As regiões do Meio Oeste, Serra Catarinense e Vale do Itapocu foram classificadas em risco potencial moderado.

Para a diretora da Tecnologia da Informação e Governança  Eletrônica do Governo do Estado, Bianca Vieira, esse é um cenário geral de Santa Catarina bastante animador frente a todas as situações já vividas durante a pandemia, mas alerta.

“Não significa que não teremos mais uma onda. Pelo que observamos do cenário internacional, mesmo os locais vacinados tendem a ter mais uma onda de casos, mas não necessariamente de óbitos. É esperado que venhamos a observar um certo aumento de casos nos próximos meses, a partir de outubro. Porém deve-se ter atenção para se vai haver ou não aumento de óbitos, pois esse indicador no momento teria haver com a situação da vacinação no estado, a qual está bastante avançada”, destaca.

[Fonte: Governo do Estado]