Cuidados com idosos e outros grupos sociais de risco são fundamentais para conter avanço do coronavírus

Dúvidas Comuns, Orientações, Prevenção

As medidas restritivas anunciadas pelo governo nem sempre causam boa compreensão em todos os setores da sociedade.

Entretanto, é preciso entender que o chamado isolamento social ainda é a forma mais indicada para o controle de doenças virais e, especialmente, nestes tempos de Coronavírus.

Esta medida é reconhecida por especialistas como a melhor maneira para evitar que a doença acometa os chamados grupos de risco, formados por idosos, por pessoas com baixa imunidade ou que podem ter tido contatos suspeitos e evitando a circulação, podem se cuidar no próprio domicílio e diminuir ao máximo a chance de contágio em pessoas saudáveis

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, 81% dos infectados pelo novo coronavírus têm sintomas leves da doença, como tosse e coriza; 14% apresentam sintomas graves e 5% evoluem para um quadro crítico, que pode levar à morte.

Fumantes, asmáticos, hipertensos, diabéticos e idosos, formam, de maneira bem direta, os principais grupos de risco por serem mais suscetíveis a contrair a enfermidade. isto porque sabemos que pessoas com doenças debilitantes têm menor capacidade de frear qualquer virose, e muito mais o novo coronavírus, aumentando o risco de ele atingir os pulmões e provocar pneumonia.

Por essas e outras é muito importante que todas as pessoas, sejam elas do grupo de risco ou não, cuidem bem da imunidade, afinal, todos estamos sucessíveis a contrair ou transmitir uma gripe. Porém, de nenhuma maneira se trata de uma gripe comum, longe disso.

>> Veja algumas orientações importantes a seguir nos grupos de riscos

Fonte: Ministério da Saúde